SABBATS
No passado, quando as pessoas viviam em conjunto com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares da lua tinham um profundo impacto em cerimônias religiosas. Por ser a Lua vista como um símbolo da Deusa, cerimônias de adoração e magia aconteciam sob sua luz. A chegada do inverno, as primeiras atividades da primavera, o quente verão e a entrada do outono também eram marcadas por rituais.
O calendário religioso Wiccano possui treze celebrações de Lua Cheia e oito Sabbath ou dias de poder.
Quatro desses dias(ou melhor noites) são determinados pelos solstícios e equinócios, o início astronômico das estações.
Os outros quatro rituais baseiam-se em antigos festivais folclóricos. Os rituais estruturam e adernam o ano Wiccano, além de nos lembrar do infinito ciclo que perdurará muito depois que partimos. Os Sabbaths nos contam uma estórias da Deusa e do Deus de sua relação e de seus efeitos sobre a fertilidade da Terra. Muitas são as variações destes mitos.
Os Sabbaths tem datas parecidas com as comemorações cristãs, mais não significa que a Wicca "copiou" o cristianismo, já que a Wicca é uma religião pré-cristã.
Abaixo segue uma tabela básica sobre as datas de nossos Sabbats. Muitos preferem comemorar pelo Hemisfério norte, outros pelo sul.
Só um detalhe, os Sabbats são datas festivas, comemore-os com alegria, como a festa que são. Se errar...pare...ria e comece tudo de novo. O segredo esta em realizá-los com o coração aberto.
Samhain - NORTE: 31 de Outubro.... SUL: 30 de Abril
Yule - NORTE: 21 deDezembro.... SUL: 21 de Junho
Imbolg - NORTE: 1º de Fevereiro.... SUL:1º de Agosto
Equinócio da Primavera - NORTE: 21 de Março ....SUL: 21 de Setembro
Beltane - NORTE: 1º de Maio.... SUL: 1º de Novembro
Midsummer - NORTE: 21 de Junho.... SUL: 21 de Dezembro
Lughnasadh - NORTE: 1º de Agosto.... SUL: 1º de Fevereiro
Mabon - NORTE: 21 de Setembro.... SUL: 21 de Março
SABBATS
domingo, 28 de março de 2010
A Roda do Ano Pagã
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 28, 2010 0 comentários
Suvetar
Suvetar, boa mãe
Surja para ver as sementes
Eleve-se mãe dos grãos
Então poderemos dispensar a dor
Manutar, mãe da terra
Erga os brotos do chão
Novos brotos dos tocos de árvores cortadas
Então poderemos dispensar a dor
Alimente-nos com corações de mel
Dê-nos bebida de mel
Deliciosa grama de mel
Em um outeiro em flor
Suvetar, boa mãe
Surja para ver as sementes
Eleve-se mãe dos grãos
Então poderemos dispensar a dor
Manutar, mãe da terra
Erga os brotos do chão
Novos brotos dos tocos de árvores cortadas
Então poderemos dispensar a dor
Alimente-nos com corações de mel
Dê-nos bebida de mel
Deliciosa grama de mel
Em um outeiro em flor
Você tem prata brilhante
Você tem ouro que brilha
Você tem prata brilhante
Voce tem ouro que brilha
Suvetar, boa mãe
Surja para ver as sementes
Eleve-se mãe dos grãos
Então poderemos dispensar a dor
Manutar, mãe da terra
Erga os brotos do chão
Novos brotos dos tocos de árvores cortadas
Então poderemos dispensar a dor
Alimente-nos com corações de mel
Dê-nos bebida de mel
Deliciosa grama de mel
Em um outeiro em flor
Você tem prata brilhante
Você tem ouro que brilha
Você tem prata brilhante
Voce tem ouro que brilha
Eleve-se, Oh donzela negra do sol
Eleve-se, oh donzela negra do sol
Anciã do Submundo
Mais antiga das filhas da Natureza
Faça a turfa brotar adiante
E o chão virar
Anciã do Submundo
Mais antiga das filhas da Natureza
Erga mil plantas cultivadas
Para recompensar meus esforços
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 28, 2010 0 comentários
Hijras O Terceiro Sexo

Hijra é uma palavra urdu que significa eunuco ou hermafrodita. No entanto, na realidade, os hijras são muito diversos e a maioria entra na comunidade quando são ainda jovens. Os Hijras são hermafroditas, assim como as mulheres que são incapazes de menstruar ou terem vidas "normais" de mulher que consiste em casarem e produzirem crianças. No entanto, um grande número de homens que são hijras identificam-se como mais femininas do que masculinas, principalmente porque o seu desejo sexual é para homens, e não para mulheres.
Os hijras são uma antiga comunidade no subcontinente indiano com membros do Paquistão e do Bangladesh. Eles são classificados como o terceiro sexo e têm o seu próprio género. Serena NANDA descreve-os como "homem menos macho" e "o homem mais mulher". Eles não são considerados nem homens nem mulheres, devido à sua incapacidade de se reproduzirem. No subcontinente indiano, dá-se uma grande ênfase à capacidade de ter filhos. Alguém que é incapaz de ter filhos não é considerado um verdadeiro homem ou mulher. Por isso, os hijras são uma identidade distinta, que não se encaixam em nenhuma categoria, com aspectos de ambos os sexos.
Essa comunidade émuito respeitada, sempre que á um casamento eeles aparecemdeve-se dar dinheiro...pois elesabençoam a união,fazendo muitas orações para que a familia aumente logo, mas assim comoeles tem o poder de abençoar, eles também podem amaldiçoar!
PRONUNCIA-SE:RICHAS
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 28, 2010 0 comentários
domingo, 7 de março de 2010
Mantra
Recitação e mantras originaram-se no hinduismo e são técnicas fundamentais praticadas até os dias de hoje. Muito da chamada Mantra Yoga, é realizada através de japa ("repetições"). Dizem que os mantras, através de seus significados, sons e recitação melódica, auxíliam o sadhaka (aquele que prática) na obtenção de concentração durante a meditação. Eles também são utilizados como uma expressão de amor a deidade, uma outra faceta da Bhakti Yoga necessária para a compreensão de murti. Frequentemente eles oferecem coragem em momentos dificeis e são utilizados para a obtenção de auxílio ou para 'invocar' a força espiritual interior. As ultimas palavras de Mahatma Gandhi enquanto morria foi um mantra ao Senhor Rama: "Hey Ram!"
O mais representativo de todos os mantras Hindu é o famoso Gayatri Mantra:
ॐ भूर्भुवस्व: | तत् सवितूर्वरेण्यम् | भर्गो देवस्य धीमहि | धियो यो न: प्रचोदयात्
Aum bhūrbhuvasvah | tat savitūrvareṇyam | bhargo devasya dhīmahi | dhiyo yo naha pracodayāt
Significa, literalmente: "Om! Terra, Universo, Galáxias (invocação aos três mundos). Que nós alcancemos a excelente glória de Savitr, o Deus. Que ele estimule os nossos pensamentos/meditações."
O mantra Gayatri é considerado o mais universal de todos os mantras hindus, e invoca o Brâman universal como um princípio de conhecimento e iluminação do sol primordial, mas somente em seu aspecto feminino. Muitos hindus até os dias de hoje, seguindo uma tradição que permanece viva por pelo menos 5.000 anos, realizam abluções matinais às margens do rio sagrado (especialmente do rio Ganges. Conhecido como um mantra sagrado, é reverenciado como sendo a forma mais condensada do "Conhecimento Divino" (Veda). E governado pelo principio, Ma ("Mãe") Gayatri, também conhecido como Veda Mata ("mãe dos Vedas") e intimamente associado à deusa do aprendizado e iluminação, Sarasvati.
O maior objetivo da religião védica é alcançar moksha, ou liberação, através da constante dedicação a Satya (Verdade) e uma eventual realização de Atman (Alma Universal). Não importa se atingido através de meditação ou puro amor, este objetivo universal é alcançado por todos. Deve ser observado que o Hinduísmo é uma fé prática, e é incorporado em cada aspecto da vida. Acredita igualmente no temporal e no infinito, e somente encoraja perspectivas destes principios. Os grandes rishis (sábios, considerados espécies de santos hindus) e também denominados como samsárico (aquele que vive no samsara, i.e. plano temporal ou terrestre) aquele que segue um meio de vida honesto e amável (dhármico) é um jivanmukta (alma vivente liberta). As verdades fundamentais do hinduísmo são melhores compreendidas na frase dos Upanixades, Tat Twam Asi (Assim És Tu), e na última aspiração como segue:
Aum Asato ma sad gamaya, tamaso ma jyotir gamaya, mrityor ma aamritaam gamaya
"Aum Conduza-me da ignorância para a verdade, das trevas para a luz, da morte para a imortalidade."
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 07, 2010 0 comentários
Rituais
A imensa maioria dos hindus praticam rituais religiosos diariamente,[68] porém a observância destes rituais varia enormemente de acordo com as regiões, cidades ou aldeias e indivíduos. A maior parte dos hindus segue estes rituais religiosos em seus lares.[69] Os hindus mais devotos também executam tarefas diárias, como venerar durante a alvorada, depois de se banhar (normalmente num santuário familiar, num ritual que também envolve o acendimento de uma lâmpada e a colocação de oferendas de alimentos diante de imagens das divindades), recitar os escritos religiosos, cantar hinos devocionais, meditar, cantar mantras, entre outros.[69] Um fator de destaque nos rituais religiosos é a divisão entre o puro e o impuro (ou poluído). Atos religiosos pressupõem algum grau de impureza ou poluição para o seu praticamente, que devem ser anulados ou neutralizados antes ou durante o decorrer do ritual. A purificação, feita geralmente com água, é portanto um aspecto típico da maior parte dos atos religiosos do hinduísmo.[69] Outras características incluem a crença na eficácia do sacrífício e do conceito de mérito, ganho através da realização da caridade ou de bons atos, que acumulam com o tempo e reduzem o sofrimento no próximo mundo.[69] Os ritos védicos da oblação pelo fogo (yajna) são atualmente apenas práticas ocasionais, embora sejam altamente reverenciadas na teoria. Nas cerimônias de casamentos e funerais hindus, no entanto, o yajña e o entoamento de mantras védicos ainda são a norma.[70] Os rituais, upacharas, mudam com o tempo; por exemplo, nas últimas centenas de anos alguns rituais, como as danças sagradas e as oferendas musicais nos tradicionais conjuntos de Upacharas Sodasa, recomendados pelo Agama Shastra, foram substituídos por oferendas de arroz e doces.
Ocasiões como nascimentos, casamentos e mortes envolvem o que são frequentemente conjuntos elaborados de costumes religiosos. No hinduísmo, os rituais que tratam do ciclo da vida incluem o Annaprashan (a primeira ingestão de comida sólida por um bebê), Upanayanam ("cerimônia do fio sagrado" pela qual passam as crianças de castas elevadas em sua iniciação na educação formal) e Shraadh (ritual de conceder banquetes em nome dos falecidos).[71][72] Para a maior parte das pessoas na Índia, o noivado de um jovem casal e a data e hora exatas do casamento são questões decididas pelos pais, em consultas com astrólogos.[71] Na morte, a cremação, que é considerada obrigatória para todos, com a exceção de sanyasis, hijra e crianças abaixo de cinco anos,[carece de fontes] costuma ser executada envolvendo-se o corpo em algum tecido e queimando-o sobre uma pira.
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 07, 2010 0 comentários
Yoga
ualquer que seja a maneira na qual o hindu defina a meta de sua vida, existem diversos métodos (yogas) que os sábios ensinaram para se atingir aquela meta. Textos dedicados ao ioga incluem o Bagavadguitá (Bhagavad Gita), os Yoga Sutras, o Hatha Yoga Pradipika, a Gheranda Samhita, entre outros, e, como sua base filosófico-histórica, os Upanixades. Os caminhos que um indivíduo pode seguir para atingir a meta espiritual da vida (moksha, samadhi ou nirvana) incluem:
Bacti-ioga (Bhakti Yoga, o caminho do amor e da devoção)
Carma-ioga (Karma Yoga, o caminho da ação correta)
Raja-ioga (Rāja Yoga, o caminho da meditação)
Jnana-ioga (Jñāna Yoga, o caminho da sabedoria)
Um indivíduo pode preferir um ou alguns iogas sobre os outros, de acordo com a sua inclinação e entendimento. Algumas escolas devocionais ensinam que o bhakti é, para a maior parte das pessoas, a único caminho prático para se alcançar a perfeição espiritual, com base em sua crença de que o mundo atualmente estaria no Kali Yuga (uma das quatro épocas que formam o ciclo Yuga).A prática de uma ioga não exclui as outras, e muitos estudiosos acreditam que as diferentes iogas se misturam naturalmente e auxiliam na prática das outras iogas. Por exemplo, acredita-se que a prática da jnana-ioga inevitavelmente leve ao amor puro (a meta do bacti-ioga), e vice-versa.[63] Alguém que pratica a meditação profunda (como no raja-ioga) deve incorporar os princípios centrais do carma-ioga, do jnana-ioga e do bacti-ioga, seja direta ou indiretamente
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 07, 2010 0 comentários
Karma
Carma (Karma) pode ser traduzido literalmente como "ação", "obra" ou "feito" e pode ser descrito como a "lei moral de causa e efeito". De acordo com os Upanixades um indivíduo, conhecido como o jiva-atma, desenvolve sanskaras (impressões) a partir das ações, sejam elas físicas ou mentais. O linga sharira, um corpo mais sutil que o físico, porém menos sutil que a alma, armazena as impressões, e lhes carrega à vida seguinte, estabelecendo uma trajetória única para o indivíduo. Assim, o conceito de um carma infalível, neutro e universal, relaciona-se intrinsecamente à reencarnação, assim como à personalidade, característica e família de cada um. O carma une os conceitos de livre-arbítrio e destino.
O ciclo de ação, reação, nascimento, morte e renascimento é um contínuo, chamado de samsara. A noção de reencarnação e carma é uma premissa forte do pensamento hindu. O Bagavadguitá afirma que:“ Assim como uma pessoa veste roupas novas e joga fora as roupas antigas e rasgadas, uma alma encarnada entra em novos corpos materiais, abandonando os antigos. (B.G. 2:22)”
A samsara dá prazeres efêmeros, que levam as pessoas a desejarem o renascimento para gozar dos prazeres de um corpo perecível. No entanto, acredita-se que escapar do mundo da samsara através do moksha assegura felicidade e paz duradouras.Acredita-se que depois de diversas reencarnações um atman eventualmente procura a união com o espírito cósmico (Brâman/Paramatman).
A meta final da vida, referida como moksha, nirvana ou samādhi, é compreendida de diversas maneiras diferentes: como uma realização da união de alguém com Deus; como a realização da relação eterna de alguém com Deus; realização da unidade de toda a existência; abnegação total e conhecimento perfeito do próprio Eu; como o alcance de uma paz mental perfeita; e como o desprendimento dos desejos mundanos. Tal realização libera o indivíduo da samsara e termina com o ciclo de renascimentos.
A conceitualização do moksha difere entre as várias escolas de pensamento hindu. O Advaita Vedanta, por exemplo, sustenta que após alcançar o moksha um atman não mais identifica a si próprio como um indivíduo, mas sim como sendo idêntico a Brâman em todos os aspectos. Os seguidores das escolas Dvaita (dualísticas) se identificam como parte de Brâman, e, após atingir o moksha, esperam passar a eternidade num loka (céu), na companhia de sua forma escolhida de Ishvara. Assim, diz-se os seguidores do Dvaita desejam "provar o açúcar", enquanto os seguidores do Advaita querem "se tornar açúcar".
Postado por Amarantha Thalvil às domingo, março 07, 2010 0 comentários


