sexta-feira, 7 de junho de 2013

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Blesses Amarantha Thalvil

Logo logo estaremos abordando novos assuntos!!!

Esse Ano que esta para iniciar 2013 estarei abordando a Religião Africana e suas linhas assim como as Linhas de Nação a s 7 Linhas da Umbanda e Quimbanda...

Quem tiver interesse em publicar seus materiais mande por e-mail com assunto blog religião
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Alteração de e-mail

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal & um Próspero Ano Novo....

Saude e Paz a todos...

Blessed Be!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Grão


É um símbolo da regeneração e da ressurreição. A conexão simbólica entre o enterro e o plantio de uma semente é bastante óbvia. O grão surge para uma nova vida na Primavera, ele próprio tendo caído da morte da última colheita da estação. Uma haste de trigo é o símbolo mais comum e normalmente aparece em antigas lápides. Em muitas sociedades antigas o grão era um símbolo dos Mistérios da Transformação. Ele era sagrado à Deusa Cerridwen e a Ceris, que era a Padroeira dos Mistérios.  Por causa do grão ser colocado sob o solo, acreditava-se que a planta gerada da semente possuía o conhecimento secreto do submundo. Por esta razão a semente da planta, seu grão, era mágica e continha poder oculto e conhecimento.


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Mel

É um símbolo da imortalidade, iniciação e renascimento. Como tal era usado como oferenda aos Deuses, Espíritos Ancestrais e aos Espíritos da Natureza. Misturado com vinho e leite ele era chamado de “O Néctar dos Deuses”. O mel era usado em épocas antigas para ungir na iniciação porque o próprio era o resultado de um processo misterioso de transformação realizado pelas abelhas. A coleta do mel de uma colméia era um negócio arriscado nas épocas antigas, e desta forma o mel também se tornou o símbolo da aquisição do conhecimento através da dor. Também era usado como oferenda para os mortos, e sendo assim encontramos a associação das abelhas com as almas que partiram. Em um nível mundano, em épocas antigas o mel era empregado como parte de uma fórmula para prevenir a gravidez. As prostitutas dos bordéis romanos usavam este método e existiam registros de que ele era usado também no Egito antigo.


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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Vassoura da Bruxa: Ostara

A Vassoura da Bruxa: Ostara
Blessed Be!

Ostara

Ostara é uma festividade moderna de religiões pagãs como a Wicca. Está relacionada com festividades que se celebram durante o equinócio de primavera. A moderna celebração não tem forte relação com outras celebrações pagãs históricas.
Ostara é o primeiro dia da Primavera, ocorre cerca de 21 de Setembro no hemisfério Sul e 21 de Março no hemisfério Norte. O inicio da primavera marca também a volta do Sol e uma época do ano em que dia e noite tem a mesma duração depois do inverno. É o despertar da Terra com sentimentos de equilíbrio e renovação no entender dos wiccanos. Ostara também lembra Easter (Pascoa, em inglês), pois a pascoa no hemisfério norte é realizado nesta época. Mesmo os não wiccans sentem-se diferentes neste período, mais dispostos, comem menos, dormem menos e acordam mais cedo.
Para os wiccans também é época de começar a plantar, época do amor, de promessas e de decisões, pois a Terra e a natureza despertam para uma nova vida

domingo, 5 de setembro de 2010

Pedras Furadas


São objetos sagrados na Bruxaria, uma vez que são associadas com a Deusa e com as Fadas. Na Tradição Oculta dizem que uma pessoa pode ver Fadas ao observar atentamente, com o olho esquerdo, através de um buraco em uma pedra. Assoviar através da abertura era também um meio de chamar as Fadas e os espíritos, de acordo com o folclore europeu. Como uma pedra da Deusa, o buraco representa a abertura do ventre – isso a associa com a Grande Mãe nos tempos do Neolítico. Pedras com buracos eram algumas vezes colocadas como oferendas para a Grande Deusa, junto com conchas e outros itens. Na Bruxaria Italiana acreditava-se que as pedras furadas eram as habitações de espíritos que podem ajudar a Bruxa em seu trabalho de magia.



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Coruja


É um símbolo tanto da morte quanto da sabedoria na Tradição Européia. Por causa dos padrões espirais observados em muitas penas de corujas, especialmente ao redor dos olhos, as corujas eram conectadas com as sepulturas do culto aos mortos do Neolítico, que caracterizavam os padrões espirais. No Egito Antigo, o hieróglifo para a morte era a coruja. As coruja aparecem como as Deusas da Sabedoria em muitas culturas. No sudoeste europeu, é sagrada a Blodewedd. No Panteão Grego, Atena inventou um produto de cerâmica junto com a fiação e a tecelagem. Uma série de placas na cor marrom-avermelhada da Antiga Grécia retratava uma coruja com braços humanos fiando a lã. A fiação e a tecelagem são atributos dos destinos através de toda a Europa. Os antigos romanos consideravam a coruja como um presságio ruim. Muitas culturas associaram a coruja com o infortúnio, e o piar de uma coruja era normalmente visto como um sinal de aproximação da morte. Esta idéia é mais provavelmente associada com a coruja como um Totem do Submundo e, portanto, uma criatura do destino. De qualquer modo, a coruja não é sempre associada com a morte. No folclore francês, quando uma mulher grávida ouve uma coruja indica que ela dará a luz a uma menina. Nos períodos clássicos a coruja já era associada com as Bruxas, particularmente a coruja que piava alto.



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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Rumo a Ostara – Prepare-se para a sua Primavera.


Nós Pagãos vivemos o Ciclo Sazonal do Planeta, seguimos a jornada do Universo, na eterna dança da vida entre os deuses. Faltando pouco tempo para o Equinócio de Primavera, pertencemos a energia da semente desperta e somos o próprio broto a ser cuidado. Nosso Divino Interior circula na grande origem cósmica e tecemos na energia do tempo cada passo de nossa caminhada...

Mas como trazer a Grande Roda para nossas vidas contemporâneas e aproveitar a sabedoria do Universo em nossas jornadas pessoais?

Como resgatar o Divino Interior que se perdeu na correria do dia a dia e nos deixou atemporais em nossos destinos?

Como se encaixar novamente no eixo da ciranda natural e equilibrá-la ao modernismo imediato que se instaurou?

Esquecemos... Mas somos parte disto.

Então o caminho de volta pra casa é bem mais fácil do que supomos. Basta ouvir o vento que ainda corre em nossos cabelos e reaprender a sonhar. Basta perceber a chuva que ainda molha sua pele e reaprender a sentir. Basta pisar o chão que continua sob nossos pés e reaprender a andar.

Somos parte deste sistema natural, não acredite nos deuses, seja parte deles. Nossa semente desperta em Imbolc, precisa de cuidados, precisamos gerar esta semente com a particularidade de nossos desejos e vontades.

O Universo não para e negligenciar sua força é nadar sem destino no grande oceano cósmico. É negligenciar o poder da escolha, o poder da oferta e consequentemente tornar-se um pouco mais estéril.

Reorganize sua jornada e seu foco, somos divinos e por isso nossas vidas podem e devem ser cuidadas como pequenas flores e brotos que muito tem a florir. Precisamos dispensar a energia que não nos é mais útil, arrumar o armário das idéias pessoais, enumerar os planos e suas virtudes, regar o canteiro da prosperidade, tecer a teia do destino, dançar a música da vida e deixar a seleção natural acontecer.

Muito mas difícil do que recomeçar é deixar morrer o que não lhe pertence. Por isso é preciso reconhecer o poder da morte, do frio que seleciona os mais fortes, da chuva que lava a sujeira e do vento que afasta o pó.

Façamos o mesmo com nossas vidas, na simples peça de roupa que a energia merece uma boa e velha fogueira, ou pelo menos se não a extinção, que sirva para cubrir outro alguém, mas que não mais seja sua energia estagnada, estática, morta e inútil. No gesto aparentemente normal de mudar a rotina ou os móveis da casa, para treinar mudanças maiores que nunca acontecem... Na escolha de uma nova música que será o tema de um novo momento particular. O princípio é simples, mas a magia é grande. O ato é pequeno, mas o movimento enorme...

O Universo está se purificando, e nós? Guardaremos a sujeira de baixo do tapete?

Gestos pequenos movem nossas energias internas, e vale a pena lembrar de antigas palavras em nome da Grande Mãe: “...e se aquilo que procuras não estiver dentro de si, jamais o acharás fora!!!”

Boa jornada! Nos encontramos entre as novas flores da primavera...

Bruxa Luciana

Mestre Wakanda do Coven Filhos da Deusa

Tradição Imortais da Terra de Bruxaria Contemporânea

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CURSO

Elfos


São criaturas que figuram proeminentemente no folclore da Europa, em particular na Inglaterra, Escócia e Escandinávia. Na Inglaterra, os Elfos são pequenos seres do povo das Fadas, enquanto na Escócia eles normalmente são do tamanho dos humanos. Na Escandinávia, os Elfos pertencem a duas classificações: Luz e Trevas (bom e mau). O conceito mais comum dos Elfos parece ser derivado do folclore Anglo-Saxão no qual os Elfos compartilham as qualidades das Sidb, ou Fadas Celtas. Na Escandinávia, eram conduzidos por Freyr, o Deus da Vegetação, e viviam no Reino de Alfheim. Na evolução da Tradição do Povo Élfico essas criaturas foram acusadas de trazer doenças para a criação de animais e a troca de criaturas humanas defeituosas que supunha-se serem trazidas por eles em lugar de outra. Na Tradição Anglo-Saxã dizia-se que os Elfos atiravam flechas com as pontas feitas de pederneira1. Essas flechas eram chamadas de “Tiro dos Elfos” e poderiam causar doenças. Dizia-se que quando uma vaca ou algum animal morria de forma repentina esta era causada pelo Tiro dos Elfos. Na Tradição das Bruxas os Elfos eram uma raça antiga de vários personagens da Literatura, como Morgana Lefay, que diziam ter sido da raça Élfica. Os Elfos são criaturas misteriosas que diferem das Fadas, embora ambos fossem inicialmente associados no folclore com os espíritos dos mortos. Dizem que as aparições delgadas, as luzes misteriosas que flutuam nos pântanos e brejos, são os espíritos dos mortos que ainda não foram recebidos no Reino dos Elfos. Em algumas regiões estes espíritos delgados também são conhecidos como “Fogo-Élfico”. No folclore, os Elfos são associados com diversas árvores sagradas, onde eles constroem suas casas: freixo, bétula, cipreste, abeto, azevinho, loureiro, carvalho e pinheiro. Pela razão dessas árvores serem os lares dos Elfos, tomava-se um grande cuidado ao se cortar uma árvore. Primeiro deveria ser pedida a permissão, e depois uma oferenda deveria ser deixada para os Elfos a fim de não provocar sua ira. Para acalmar os Elfos, que eram ofendidos pelos maus tratos de sua árvores, oferendas de lã e pão eram colocadas nos bosques enquanto dizia-se: “Grandes e sábios Elfos, eu lhes trago estas oferendas, algo para fiar e algo para se alimentar. Apreciem estes presentes e esqueçam todas as ofenças.”.
1 Silex pirômaco capaz de produzir centelhas quando percutido ou atirado por peças de metal, especialmente ferro (peças antigas de artilharia, espingardas, isqueiros, etc.).


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domingo, 29 de agosto de 2010

O Credo das Bruxas

- Série Compartilhando Coven Animus -

Ouça agora a palavra das Bruxas,

os segredos que na noite escondemos,

Quando a obscuridade era caminho e destino,

e que agora à luz nós trazemos.

 
Conhecendo a essência profunda,

dos mistérios da Água e do Fogo,

E da Terra e do Ar que circunda,

manteve silêncio o nosso povo.

No eterno renascimento da Natureza,


à passagem do Inverno e da Primavera,

Compartilhamos com o Universo da vida,

que num Círculo Mágico se alegra.

Quatro vezes por ano somos vistas,


no retorno dos grandes Sabás,

No antigo Halloween e em Beltane,

ou dançando em Imbolc e Lammas.

 
Dia e noite em tempo iguais vão estar,

ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,

Quando, mais uma vez, Bruxas a festejar,

Ostara, Mabon, Litha ou Yule saudar.

 
Treze Luas de prata cada ano tem,

e treze são os Covens também.

Treze vezes dançar nos Esbás com alegria,

para saudar a cada precioso ano e dia.

 
De um século a outro persiste o poder,

Que através das Eras tem sido levado,

Transmitido sempre entre homem e mulher,

desde o princípio de todo o passado.

 
Quando o círculo mágico for desenhado,

do poder conferido a algum instrumento,

Seu compasso será a união entre os mundos,

na Terra das Sombras daquele momento.

 
O mundo comum não deve saber,

e o mundo do além também não dirá,

Que o maior dos Deuses se faz conhecer,

e a grande Magia ali se realizará.

 
Na Natureza, são dois os poderes,

com formas e forças sagradas,

Nesse templo, são dois os pilares,

que protegem e guardam a entrada.


E fazer o que queres, será o desafio,

como amar a um AMOR que a ninguém vá magoar.

Essa única regra seguimos a fio,

para a Magia dos antigos se manifestar.

 
Oito palavras o credo das BRUXAS enseja:

sem prejudicar a ninguém, faça o que você deseja!

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sábado, 21 de agosto de 2010

Corvo [NEGRO]

É um símbolo do conhecimento oculto. No mito e na lenda o corvo é frequentemente um espírito matreiro que coloca as pessoas em situações de adversidade, através das quais eles aprendem muitas coisas. Na antiga Europa, o corvo também era um símbolo da morte, devido à sua natureza de se alimentar de corpos em decomposição. Depois do surgimento do Cristianismo, o corvo tornou-se um presságio de infortúnio. Em alguns mitos europeus, o corvo é normalmente um mensageiro dos Deuses – o Deus Odin e seus corvos é um bom exemplo. A associação do corvo com a morte também o ligava às Deusas do Destino, particularmente nas Ilhas Britânicas, onde ele era uma Criatura-Totem para Morrigan, Badh e Macha. Estas três Deusas eram coletivamente conhecidas como Morrigan.


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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Orixás por Marcelo de Oxalá

Os  orixás são entidades  de alto nível evolutivo que habitam e trabalham nos planos criacionais do universo. A fonte é emanada de um fator energético  recebido  pelos mais  elevados orixás que atuam na água,ar,fogo,terra, éter e outros que nem ouvimos falar.
Através das figuras  humanas, o conhecimento assimilado deve ser transmutado. As esências ou os fatores que permeiam o universo  formam nossas raízes e cabe a nós serem humanos ararmos o caminhos para que tudo o que buscarmos se inicie com duas unidades de movimento: amor e fé, a união dessas energias  nós desejamos, energizamos,movimentamos,criamos, enfim vivemos.
No entanto se não cultivarmos essas ações diárias, nos submeteremos ao esquecimento do tempo.
Assim caros   irmãos,  é  a base da religião africana, cultivamos a cada dia uma semente, para torna-se forte, enraizada e digna de  bons frutos.
Bom axé a todos os irmãos de fé.
Marcelo de Oxála.

domingo, 1 de agosto de 2010

Diferentes Tipos de Médiuns

Olá!
Retornando com o assunto de ontem, como prometido estou aqui para falar dos diferentes tipos de médiuns.
Como falei ontem, todos nós possuímos mediunidade, por isso podemos concluir que há uma grande variedade de médiuns. Dentre toda esta diversidade neste artigo destacaremos os principais: médiuns de efeitos físicos, médiuns falantes, médiuns escreventes, médiuns audientes e médiuns videntes.
1º - Médiuns de efeitos físicos: São médiuns que possuem a mediunidade de efeitos físicos, ou seja, por estes médiuns, os espíritos podem produz alguns fenômenos, como: deslocamento de objetos, levitação, pancadas, ruídos, transportes, voz direta e escrita direta.
Os médiuns de efeitos físicos foram muito importante no início da propagação do Espiritismo, pois foram eles que “desvendaram” o que a sociedade chamava de assombração, descobriram que não era nada mais que  espíritos no plano terrestre.
2º - Médiuns falantes: São médiuns por cujo meio os espíritos falam. O espírito que quer se manifestar liga-se ao perispírito do médium e atuando-lhe nas cordas vocais, faz com que o médium lhe transmita as palavras.
Os médiuns falantes desempenham um papel importante na difusão do Espiritismo e na do Evangelho, pois estes médiuns pronunciam magníficas palestras para quem assiste a uma sessão espírita.
A principal tarefa de um médium falante é espalhar muitíssimas consolações, ou seja, usar sua mediunidade em bem ao próximo, consolar os encarnados que sofrem e ajudar-los a evoluírem fazendo com que consigam sair mais forte espiritualmente desta passagem pelo plano terrestre.
3º - Médiuns escreventes: São aqueles cujas mãos os espíritos escrevem, para isso influenciam o braço e a mão do médium. Nesta classe de médium há duas subclasses, os médiuns escreventes mecânicos que não sabem o que os espíritos escrevem durante a manifestação e os médiuns escreventes semimecânicos que sabem o que os espíritos escrevem à medida que se formam as palavras.
4º - Médiuns audientes: São os que ouvem os espíritos, Há duas espécies de médiuns audientes.
Os médiuns que ouvem a voz dos espíritos como se estivessem ouvindo a voz de outra pessoa e os médiuns que ouvem a voz dos espíritos dentro de si mesmo.
Este tipo de mediunidade é a mais comum.
5º - Médiuns videntes: São os médiuns que vêem os espíritos. Há três espécies de médiuns videntes, os que vêem tanto de olhos abertos quanto de olhos fechados, os que vêem somente com os olhos abertos e os que vêem somente com os olhos fechados.
Os médiuns videntes facilitam o estudo do mundo espiritual pelas descrições que fazem de seus habitantes, mas é preciso muito cuidado para não ser vítima e sua imaginação.

Qualquer duvida sobre o assunto é só pergunto que responderei com muito prazer.

Beeijos Bianca Alves

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mediunidade - Espiritismo

Olá!
Estou aqui para falar de um assunto para mim importante, sobre mediunidade na visão espírita.
Bom para compreendermos melhor primeiro tem que saber que há dois gêneros de mediunidade: a mediunidade de efeitos físicos e a mediunidade de efeitos intelectuais.
A mediunidade de efeitos físicos é a que produz manifestações materiais, tais como: barulhos, deslocamentos de objetos, materialização, etc.
A mediunidade de efeitos intelectuais é a que produz manifestações inteligentes, como: a palavra, a escrita, a inspiração e a intuição.
Não esquecendo que o corpo é somente o instrumento com o qual o espírito atua no mundo terreno, por isso não podemos esquecer que estamos encarnados, mas somos compostos de um espírito, um perispírito e um corpo.
O nosso perispírito que é o nosso receptor de sensações e transmissor delas ao espírito e é onde iremos trabalhar nossa mediunidade.
Sobre os médiuns, na verdade, embora em graus diferentes, todos possuímos mediunidade, verdade que alguns possuem mediunidade em grau mais avançado e mais adiantado e outros em grau mais modesto, mas todos podemos ser médiuns.
Médium é toda pessoa que sabe usar a mediunidade e se tornou um instrumento pelo qual os desencarnados se comunicam com os encarnados. Os médiuns ajudam os espíritos esclarecidos a executarem certas tarefas na Terra. Os espíritos esclarecidos são aqueles que já possuem a compreensão espiritual e trabalham intensamente para o progresso deles próprios e dos encarnados e desencarnados.
Bom pessoal, por hoje é isto, no próximo artigo entro nas diferentes formas de mediunidade que podemos evoluir.

Beeijos Bianca Alves

domingo, 20 de junho de 2010

Tradição do Sol & Lua


Tem sido feita muita confusão a respeito da Tradição do Sol e a Tradição da Lua, e o que mais se vê são pessoas falando a respeito sem ter a mínima noção do que estão dizendo, o que só serve para criar mais confusão entre os leigos.

Para que essa confusão não aumente ainda mais, explicarei o que são, de forma geral, sem nos perdermos em detalhamentos demorados.
Em primeiro lugar, um equívoco se popularizou e se tornou corrente : os nomes Tradição do Sol e Tradição da Lua não são os nomes corretos. Os nomes corretos são Tradição da Pomba (Sol) e Tradição da Serpente (Lua). “ Nomenclarura muito utilizada por Magos( mágistas) e alquimistas.”
Deve ficar claro que ambas as Tradições Iniciáticas fazem parte de um mesmo Caminho. Os métodos de cada uma são diferentes, mas elas se complementam e não divergem em ponto algum. Ocasionalmente encontramos pseudo-bruxo ( pseudo-magista) que alegam seguir uma dessas tradições e fazem descaso da outra, como se aquela que é diferente da sua fosse de segunda classe. O que pensa assim nem é bruxo, é a folclórica figura do leigo praticante, o que a Ordem de Arganthus( magistas) costuma se referir como Leigo(não Iniciado) operacional.
As pessoas confundem esses nomes. Particularmente acho que uma forma bem eficiente de gravar um nome é através dos símbolos , porque as imagens, em um sentido mnemônico, podem ser gravadas (e lembradas) com muito mais eficiência que as palavras.
Para que você possa memorizar os nomes, fiz esta tabela :

Mas, o que diferencia as duas Tradições ?

A Tradição do Sol é o sistema padrão, é o aprendizado paulatino e contínuo, ao longo de etapas. É o Caminho mais tradicional, o aprendizado através do sistema Mestre-Discípulo. É onde se aprende aos poucos, à custa de estudo, esforço intelectual e experimentação prática. A pessoa recebe o Chamado, desenvolve interesse intenso pela magia, estuda e se prepara muito até que o Mestre aparece e a conduz a etapas mais elevadas.

A Tradição da Lua a palavra-chave aqui é Intuição. Da Tradição da Lua são todos aqueles que tem revelações, aprendem por intuição, são o que se costuma dizer que tem a Magia no sangue. Tem um compromisso com a Magia, de tal forma forte que trazem de existências anteriores parte do conhecimento, que então se manifesta nesta existência atual.

Normalmente a Tradição da Lua precisará ser complementada pela Tradição da Sol, pois apenas a Intuição e a revelação não podem ser tudo o que se constituirá no sistema mágico a que determinada pessoa seguirá, e é inconcebível a idéia de um bruxo intuitivo sem base de estudos. Muitas operações são precisas demais, há ritos que tem de ser fielmente observados, há procedimentos que tem de ser minuciosamente seguidos, e esses detalhes não vêm por intuição. A Magia revelada através da bruxaria é uma Ciência.
Da mesma forma, mas em sentido inverso, na Tradição do Sol toda a instrução e o treinamento irão desenvolver a intuição, o que abrirá as portas da Revelação. O bruxo propriamente dito tem de ser erudito e intuitivo simultaneamente, de forma que a ausência de uma dessas partes sempre o deixará incompleto. O símbolo Oroboros, a serpente que morde a própria cauda, até pode ser usado para ilustrar essa situação, onde os sistemas se complementam e onde um leva ao outro, não importa por qual deles se inicie a Senda. Todo Iniciado passará por ambas.

Danil - Arganthus